Quinta-feira, 12 de Maio de 2005

O estranho mundo da mente...

mundo_estranho.jpeg

Eu nem sei por onde começar...

A mim acontece-me tudo, tudinho!

Uma pessoa que conheço à anos mas com a qual hoje em dia não me dou com frequência tem sido alegadamente vítima de agressões verbais e físicas por parte de alguém ligado ao senhorio.

Na última vez ficou magoada na anca, participou e agora pede-me para ir ter com ela e servir de “testemunha”!

Eu lá fui!

Conversamos um bocado, toda a conversa girou em torno do assunto e de quem agredia quem e da corrupção no País, etc...

De uma cabina ela liga para o 112, eu pensei que isso era só caso de morte ou coisas graves. E muito exaltada chama um carro para tal morada de modo a identificarem um “presumível” suspeito.

Achei que estava enervada de mais, mas....

Cerca de 25m de espera começa a chover e carro da PSP nada... abrigamo-nos debaixo das varandas do prédio, eu abriguei-me ela, foi um niquinho mais para o lado ouvir a conversa da vizinha.

Um homem gordo com um cão pequeno e uma garrafa de tintol na mão meteu-se na sua camioneta de carga (devia ir viajar, daí o tinto) e a outra desata a apontar e a dizer que ele era o “Body-Guard” do outro...

Aqui eu ainda achei mais estranho, mas...maluca sou eu, por isso...

Depois pega no tm liga 112 e descompõe o agente que a atende em tal gritaria que se deve ter ouvido na China!

Eu minguei mais 20cm....

A empresa dos telemóveis também esta feita, pois a chamada não fica registada...O da padaria, o do leite, da frutaria!!!

Ao 3º telefonema para o 112 o Agente já irritado (pudera) ela passa-me o tm e coube-me a mim “amansar” a fera!

Mais 30m e lá chega a tão almejada viatura. Saem da dita com ar respeitoso e tentam, digo bem tentam falar com ela!

A partir daqui só estado lá para ver...

Quando dei por mim ela já gritava e pedia os bilhetes de identidade aos Agentes, eu nunca tinha visto tal coisa!!!

Quando lhe pedem o nº para contacto diz que não dá pois não entra na PSP nem lhes dá o nº de telefone, já que tem recebido chamadas estranhas...

Eu encolhia e os agentes cresciam!

Resumindo a confusão que ela armou foi tal que me pediram a identificação, tomaram nota e avisaram-me que iria ser chamada a depor....

Tudo isto com ela aos gritos e as gargalhadas!

Segundo apurei depois... já é a “centésima” vez que os chama, acusa toda a gente e as queixas são mais que muitas...

Como calculam fiquei a falar com os meus botões e muito preocupada com ela, pois não está boa, não pode estar.

Ligou-me 4 vezes para eu tomar nota do que ele disseram ou que ela acha que disseram e hoje mais 3!

Na 2ª queria que eu fosse para o DIAP com ela....

Aqui liguei a uma prima afastada que me confirmou ela não estar bem, mas que ninguém pode fazer nada pois só pode ser internada se quiser ou:

Se / quando agredir alguém, um Agente da autoridade por exemplo!!!

Mas está tudo doido ou sou eu que vejo coisas??!!!

Ela era ou é já nem sei uma Mulher fantástica, viajada, culta, alegre, como é possível....

Eu bem digo que este não é o meu ano...

Se querem ver a minha figura de ursa vão a este site:

2005 O ANO DA LUAR !!!
</center Luar Ps: ZUKO please... TIRA-ME DESTE FILME!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Bichanado por: Luar às 21:35
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16 comentários:
De Sara a 19 de Junho de 2005 às 20:21
Uma pessoa que conheço "há" anos.
De paulo2005 a 16 de Maio de 2005 às 13:21
Aqui vai história para animar ambiente.

Psicop@t@s da Internet

a pedido de Renata Savoini
por Branco Leone
psicopata. [De psic(o)- + -pata.] Adj.2g. 1. Que sofre de doença mental ou de personalidade psicopática [q.v.] 2. Portador de psicopatia
psicopatia. [De psic(o)- + -pat- + -ia.] S. f. 1. Designação comum às doenças mentais • 2. Psiq. Estado mental patológico caracterizado por desvios que acarretam comportamentos anti-sociais • 3. Med. Psicose
internet. [De inter- + -net.] S. f. 1. Ambiente propício ao desenvolvimento de psicopatas


— Alô? — ele atende.
— Oi, Picanha. — ela arfa.
— Quem está falando? — ele pergunta.
— Sou eu, Picanha. — ela arfa.
— Eu quem? — ele não reconhece.
— A Altiva. — ela arfa.
— Altiva?
— Isso mesmo. Não se lembra? — ela arfa.
— Altiva... Altiva... — ele procura na memória — Ah, sim! Do chat de ontem à noite? — ele se recorda.
— Eu mesmo, Picanha. — ela arfa.
— Mas... eu lhe dei meu telefone? — ele pergunta.
— Não, Picanha. — ela arfa.
— Você está gripada? Por que você fala assim? — ele estranha.
— Não estou gripada, Picanha. É excitação ... — ela explica e arfa.
— Então segura um pouco a onda, que você está me assustando. — ele pede.
— Assustando você, Picanha? — ela pergunta arfando — Não tenha medo, meu totoso. Eu quero você. — ela arfa.
— Como você descobriu meu telefone?
— Pelos indícios.
— Que indícios?
— Da nossa conversa de ontem pelo chat.
— Mas eu menti o tempo todo. Que indícios você conseguiu dali?
— Fui cruzando as informações.
— Como você pôde ir cruzando mentiras e chegar ao meu telefone?
— Quer mesmo saber?
— Ora, é claro que eu quero saber. E pare de bufar no telefone, que inferno!
— Não fale assim, Osvaldo... — ela responde séria, sem arfar.
— Você sabe meu nome?
— Sei. Nome e sobrenome. Descobri logo antes de descobrir seu número...
— E como você descobriu meu nome?
— Você me disse que era médico.
— Mas não sou.
— Eu sei. Desconfiei.
— Por quê?
— Porque você me disse, enquanto a gente transava...
— Eu não transei com você!
— Ah, totoso — ela recomeça a arfar — sexo virtual é sexo...
— Só na sua cabeça! E totoso é o raio que a parta!
— Então, enquanto a gente transava, você disse que me deixaria toda roxa...
— E daí?
— Daí que um médico nunca diria isso. Diria "hematomas".
— Que raciocínio estúpido! Mas e então, que mais?
— Você disse que trabalhava no Einstein.
— Era mentira.
— Eu saquei. Você escreve muita coisa errado.
— E daí?
— Daí que uma pessoa que escreve como você, não passaria na admissão de um hospital chique como o Einstein.
— E então?
— Então eu achei que você trabalhava no Hospital das Clínicas, que é uma esculhambação. E gostei disso.
— Gostou?
— Gostei. Trabalhando no HC, tinha tudo pra ser um pé-rapado. E sendo pobre, devia ter orgão grande.
— Que absurdo.
— Você tem coiso grande, totoso? Você é um daqueles brutamontes do HC?
— Ora, meta-se com a sua vida. Eu podia trabalhar em outro hospital. Podia nem trabalhar num hospital, sua maluca!
— Podia. Mas você me disse que ia abrir minhas pernas até a bacia estalar.
— E daí?
— Era muita anatomia pra alguém que não fosse da área.
— Que absurdo...
— Daí, eu concluí que você trabalhava na ortopedia do HC.
— Meu Deus, por quê?
— Porque você me disse que seu coiso estava duro como gesso.
— Ah, não!
— Ah, sim!
— E depois? — ele continuou.
— Depois foi só telefonar pra Dona Arminda e perguntar quem estava de plantão ontem à noite.
— Dona Arminda? A bruxa do RH? Você a conhece?
— Conheço.
— E o que ela disse?
— Que tinha um monte de gente trabalhando: três mulheres e quatro homens. Pedi o nome dos homens, mas deu no mesmo, nenhum nome se encaixava com nada. Daí perguntei se ela sabia os apelidos deles.
— Ai, meu Deus...
— Pois é, ela disse que só um tinha apelido, e que o pessoal o chamava de Tchê porque era gaúcho.
— E daí?
— Quando ela falou "gaúcho", eu soube que era você.
— Por quê?
— Ora! Gaúcho, Picanha, tudo a ver...
— Mas eu estava trabalhando.
— Estava, mas nem tanto. Desconfiei que estivesse de plantão, porque você saía de vez em quando. E ontem foi quarta-feira, noite parada na ortopedia. A pauleira é sexta e sábado. E aí, tudo se encaixou.
— Se encaixou nada! Você é doida varrida!
— Não fale assim, totoso.
— Totoso é o diabo que a carregue! E mesmo com todos esses indícios, ainda podia não ser eu.
— Podia, mas se você estivesse em casa agora de manhã, aumentava a chance. E você estava.
— Pois é, eu estou.
— E se lembrasse do meu nome, como lembrou, era você mesmo.
— Pois é. Me pegou.
— Peguei.
— E agora, o que você quer de mim?
— Ora, que ingenuidade a sua! Eu só quero que, no seu próximo plantão, sexta-feira à noite, a gente dê uma boa trepada lá no escuro da ortopedia, pelo meio dos esqueletos... ouvindo os gritos dos acidentados no corredor... — faz uma pausa para arfar um pouco mais — Se você não quiser, eu conto pra Dona Arminda que você passa os seus plantões no computador, em salas de chat.
— E por que a Dona Arminda ia acreditar em você?
— Porque eu também trabalho no HC, e sou chefe de departamento.
— Que departamento?
— Ora, totoso, da psiquiatria...
De tecpalt a 16 de Maio de 2005 às 10:17
São situações complicadas... infelizmente já vivi uma parecida bem de perto... com a minha colega de sala, nunca sabia o que esperar dela... Bjs
De Luar a 15 de Maio de 2005 às 16:13
Alma segunde eu soube agora já lhe deram apoio e ela recusa diz que não precisa! A única hipotesese é interna-la para a medicar e ver até que posto ela já "se passou" mas como ela não admite nem autoriza...só sendo interdidata e isso só a Filha pois nem os pais podem fazer!
De Luar a 15 de Maio de 2005 às 16:09
Mascatinha estou preocupada com ela, faz-me imensa pena. Mas eu não posso nem estou em condições psicológicas para me deixar "arrastar" para mais um sarilho. Não querendo ser egoísta mas eu já tenho a minha conta...
Não sei o que faça! Beijocas
De Luar a 15 de Maio de 2005 às 16:03
Paulo2005 é isso que vou tentar fazer só que me apercebi demasiado tarde. Quando dei por mim já estava embrulhada....
De Luar a 15 de Maio de 2005 às 16:01
A mente mente mais do que se pensa e mente a nós proprios... beijos
De Luar a 15 de Maio de 2005 às 16:00
arlequim e muito pior é quando são pessoas que nos dizem aguma coisa. beijo
De Luar a 15 de Maio de 2005 às 15:59
Claudia e Paulo obrigada pela visita. já sui ao vosso mas não consigo entrar nos comentários. beijos
De Zuco a 14 de Maio de 2005 às 15:03
Lindinha... Para nem entrares no filme só tinhas que dizer que não viste e não sabias de nada...Há filmes onde nem sequer devemos entrar...

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